Mostrando postagens com marcador Modalidades de eventos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Modalidades de eventos. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Palestras simultâneas num mesmo palco?

Foto: reprodução

Já ouviu falar na realização de “palestras simultâneas” em um mesmo palco? É um novo sistema de palestras que vem sendo utilizado cada vez mais, em que dois ou mais palestrantes se apresentam ao mesmo tempo em um único espaço aberto, sem barreiras acústicas.

Esse formato de apresentação é realizado com a utilização de rádio receptores com fones de ouvidos (os mesmos utilizados para os serviços de interpretação simultânea), permitindo que os participantes selecionem a frequência do palestrante que desejam escutar, tendo a possibilidade de mudar de frequência quando melhor entenderem.

Nesse mundo moderno cada vez mais multitarefa e multifacético, as "palestras simultâneas" podem passar a ocupar um espaço cada vez mais privilegiado. Fica a dificuldade por conta do palestrante, que nem sempre consegue perceber quais e quantos participantes estão realmente acompanhando a sua palestra.

Risos e aplausos numa das apresentações, por sua vez, tiram a concentração e provocam a curiosidade dos participantes que estão escutando outro palestrante diferente.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Que atire a primeira pedra quem não gosta de eventos!

Reprodução

Esta charge me fez lembrar o quanto todos os brasileiros realmente gostam(os) de eventos, sejam eles esportivos ou culturais, mas também acadêmicos, científicos, técnicos, religiosos, sociais, políticos, estudantis... eventos de todo tipo.

A cada 365 dias, o mundo parece até que para vésperas do carnaval. É verdade: tem gente que "trabalha o ano inteiro por uma fantasia", não é?. Sei que alguns não gostariam que fosse assim. Sei que tem gente que não simpatiza com carnaval, como tem outros que não torcem por futebol e não querem nem saber de Copa do Mundo nem de Olimpíadas.

Mas esse tipo de brasileiros são minoria, e, na boa, mal sabem eles o que estão perdendo! Sem dizer que essas mesmas pessoas são muitas vezes professores que trabalham o ano todo para apresentar o resultado da sua pesquisa naquele grande congresso acadêmico, ou profissionais muito competentes que fazem acontecer maravilhosos eventos corporativos.

Todos simpatizamos com a mágica dos eventos. Se não, como explicar os megaeventos religiosos preparados durante meses por católicos ou evangélicos. E que dizer dos pais queridos que economizam o impossível para garantir aquela linda festa de 15 anos da sua filha. Isso sem falar do casal que planeja desde sempre a sua festa perfeita de casamento.

E, bom, sem comentários sobre os políticos de todas as ideologias que de quatro em quatro anos correm atrás das eleições para assegurar resultados favoráveis a eles e a seus partidos. Eles também adoram um eventinho, não é? E fazem "a festa" e ainda querem que todos nós participemos e apoiemos.

Não adianta: os eventos de todo tipo estão no sangue dos brasileiros! Este é um povo intenso, alegre e divertido, cheio de energias positivas; feito de sacrifício e trabalho duro, e sábio o suficiente para se garantir intervalos onde poder socializar, descansar e se divertir. E, quer saber? Não sei na sua opinião, mas na minha, os brasileiros fazem(os) muito bem em ser(mos) assim.

Bendito o povo brasileiro! E que venha 2014 com o seu carnaval, sua Copa do Mundo, suas eleições e seus milhares de outros eventos de todo tipo!

Leia também:

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Pesquisa mostra crescimento do mercado de congressos


A II Pesquisa O Mercado de Congressos no Brasil, organizada pela Eventos Expo Editora, revelou um crescimento do mercado brasileiro de congressos em relação ao ano 2010. Segundo o estudo, 44,6% das entidades consultadas destinaram mais recursos para a realização deste tipo de eventos, se comparado com a pesquisa anterior.

O levantamento também segmentou a destinação média de recursos para a realização dos congressos: aluguel do espaço físico (20-50%), alimentos e bebidas (10-30%), audiovisual (5-40%), marketing e promoção (10%), palestras e entretenimento (5%), viagens e hospedagens (5%), organização (5-10%). Custos com inscrição, seguro, decoração, apresentadores e mestres de cerimônia também foram considerados como significativos.

"Conseguimos fazer uma verdadeira 'tomografia', com resultados que retratam o novo panorama deste que é um dos mais importantes setores do mercado de eventos brasileiro", afirmou Sergio Junqueira Arantes, coordenador da pesquisa e diretor da Eventos Expo Editora.

Maiores informações:

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Como funcionam as grandes empresas de eventos corporativos?

Charles_Damasceno_FJ_Producoes

Evento “Estratégia Nacional de Combate a Cartéis”
Fotógrafo: Charles Damasceno

Um bom amigo e leitor do blog me sugeriu que tratasse sobre “estrutura e funcionamento das grandes empresas de eventos”. Vou tentar resumir um pouco da minha experiência em empresas deste tipo que prestam serviços para órgãos públicos.

O primeiro aspecto que, a meu ver, chama a atenção em uma grande empresa de eventos corporativos, é a existência de contratos que asseguram uma ou várias contas de eventos de instituições de médio ou grande porte, obtidas geralmente em complexos processos de licitação.

As empresas vencedoras dessas licitações assinam contratos por vários anos com os órgãos licitantes, garantindo um significativo volume e uma substancial freqüência de eventos, além de preços fixos pré-determinados em ata para cada serviço prestado. Essas condições permitem às empresas manter uma estrutura física e organizacional sólida e bem estruturada.

Dessa forma, além da estrutura necessária para o funcionamento de qualquer empreendimento, que inclui pessoal administrativo, financeiro, de atendimento, segurança e limpeza, essas empresas contratam equipes fixas de profissionais que coordenam todo o processo de produção dos eventos, desde a elaboração das planilhas de custos até o fechamento final.

Após receber dos clientes as demandas específicas para cada evento, as equipes se encarregam da locação de espaços físicos e da contratação dos fornecedores e de outros recursos humanos necessários, ao tempo que acompanham de forma minuciosa todo o processo de preparação e montagem e, posteriormente, a execução do evento e o seu fechamento.

Estes profissionais de eventos assumem suas funções como assistentes, produtores, coordenadores, supervisores, gerente(s) e diretor(es). Eles coordenam a produção dos eventos como um todo, mas a maior parte das demandas recebidas termina sendo repassada a fornecedores terceirizados, parceiros que prestam serviços especializados de montagem de estruturas, hospedagem, alimentação, sonorização, transporte, material gráfico, decoração, etc.

Um dos aspectos que gera maiores dificuldades nessas empresas de eventos corporativos é o atendimento ao cliente. Existe nos órgãos públicos grande diversidade de funcionários que interagem na demanda e na organização dos eventos, alguns deles muito bem preparados, mas outros, infelizmente, nem tanto.

Uma preocupação adicional das empresas de eventos que atendem demandas governamentais é a satisfação das constantes e cada vez mais severas exigências das instituições responsáveis pela fiscalização e controle dos órgãos públicos, especialmente a CGU – Controladoria Geral da União, quando se trata do Governo Federal.

Os procedimentos para garantir a prestação de contas a estes órgãos de controle representam esforços e gastos adicionais para as empresas de eventos, mas em contrapartida asseguram legitimidade e transparência e terminam garantindo maiores níveis de excelência na prestação dos serviços.

Muito poderia se escrever sobre o funcionamento das empresas de eventos corporativos que atendem aos órgãos públicos, e com certeza retomaremos o tema em outro momento. Mas desta vez ficaremos por aqui, tendo em vista que esta postagem já ultrapassou a media de tamanho sugerida para os textos do nosso blog. Poderemos aprofundar no tema, se for do interesse dos leitores, nos espaços que esta página reserva aos comentários.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Feiras virtuais atraem cada vez mais organizadores, expositores e visitantes

feiras virtuais organizadores expositores e visitantes
Estande virtual da empresa MAM, Feira Expobaby.
(foto: reprodução PEGN)
Acolhedores espaços para exibição e negociação dos mais variados produtos, com baixo custo de locação, e o melhor, à disposição 24 horas por dia durante semanas ou meses! Sim, essa maravilha existe, são as chamadas feiras virtuais, um segmento que cresce e se consolida no mercado nacional e internacional de eventos.

As feiras virtuais podem funcionar de forma independente o como complemento de uma feira presencial, nesse último caso acrescentando abrangência e audiência ao evento. E qualquer pessoa interessada, após realizar um simples cadastro gratuito, pode se transformar em um visitante e percorrer a feira na hora que bem entender e quantas vezes quiser.

Da mesma forma que em uma feira presencial, nas feiras virtuais os expositores pagam pelos espaços e constroem estandes online onde apresentam seus produtos, catálogos de fotos e vídeos com palestras e outras informações, e podem ainda fazer uso de canais interativos para estabelecer comunicação online com os visitantes.

As ferramentas interativas especialmente criadas para a montagem e funcionamento dessas feiras permitem a construção virtual de áreas para recepção, pavilhões de exposições, salas de reuniões, espaços para conferências e tudo mais que existe em uma feira presencial. Mas os valores pagos pelos expositores resultam extraordinariamente mais em conta.

Existem, ainda, outras vantagens para os expositores, como a economia com transporte de produtos, mão de obra, deslocamento de equipes ou montagens de infra-estrutura física, entre outras. O baixo custo do investimento e a abrangência permitida pela da internet se transformam nos principais atrativos destas feiras.

Embora questionada pelo fato de reduzir o contato pessoal, aos olhos de muitos investidores a feira virtual termina compensando, não só pelos seus custos menores, mas por permitir o acesso a um elevado número de visitantes, tanto regionais quanto nacionais e internacionais. E se tudo isso ainda fosse pouco, pode se ter a certeza de estar contribuindo para o desenvolvimento de uma economia cada vez mais limpa e sustentável.

Veja outras informações publicadas sobre o tema "feiras virtuais" em:
Revista PEGN >>>
Estadão >>>

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Reencontros: uma modalidade de eventos que não pára de crescer

revista Eventos Corporativos Feira & Cia
Foto tomada de
www.pressclub.com.br


A mais recente edição da revista Eventos Corporativos, do grupo Feira & Cia, traz uma entrevista interessante sobre um tipo de evento muito particular: os reencontros de ex-colegas de turmas.

O entrevistado, Maurício Abdalla (foto), conta detalhes sobre os seus vinte anos à frente da Convivium Eventos, empresa especializada na organização de reencontros de turmas de colégios, universidades e outras instituições.

Abdalla explica as transformações ocorridas no últimos tempos com as novas tecnologias e buscas virtuais. Segundo ele, "a forma de realizar este tipo de encontros não mudou, o que mudou foi a tecnologia".

Quando começou a trabalhar nesse setor, todo o levantamento era feito por telefone e por convites impressos. Imaginem quantas ligações foram necessárias para encontrar o advogado José da Silva, da turma de Direito de 1971 da Faculdade de Direito de Guarulhos: 250 ligações!

Mas a tecnologia trouxe recursos que vêm facilitando em muito o trabalho de localização. A média atual é de 10 a 20 ligações por pessoa - conta Abdalla. Utilizando diversas formas de pesquisa, hoje a taxa média de localização é de 90%.

Segundo o entrevistado, nos encontros de turmas o principal atrativo é rever os colegas, matar a saudade, aproveitar as oportunidades que surgem, fazer uma comparação de como estão uns perante os outros e, principalmente, contar com alguns momentos de recordação e felicidade. A festa em si é apenas um complemento, uma forma de atrair os velhos colegas. 

Leia a entrevista completa na edição on-line da revista Eventos Corporativos >>>