No intervalo entre as misas, na Basílica Nossa Senhora Aparecida, em São Paulo, o operador de som colocou para rodar no circuito interno um DVD sem identificação, que se encontrava misturado a outros. Após aparecer por alguns segundos na tela, o vídeo foi retirado às presas, mas não sem antes exibir as primeiras imagens de um filme pornográfico.
O fato inusitado aconteceu em 2011, e motivou a imediata demissão por justa causa do operador de som. A basílica alegou falta grave, motivada por ausência de atenção e negligência por parte do funcionário. O caso foi parar no Tribunal Superior do Trabalho, que um ano depois terminou revertendo a justa causa, ao argumentar que o operador não teve culpa comprovada no episódio.
Casos como esse, envolvendo uma cerimônia religiosa, não devem ser comuns; mas têm acontecido casos semelhantes em outros tipos de eventos. Já soube de um vídeo de sexo explícito que começou a rodar na tela surpreendendo o palestrante de um seminário e provocando gargalhadas do público, e soube também de fotos picantes de outras pessoas misturadas entre as fotos do casamento entregues em CD a dois "pombinhos" ainda em lua de mel.
Eu fiquei sabendo de estos casos, y você, com certeza, deve ter escutado falar de outros casos semelhantes. Por isso insistimos, mesmo correndo o risco de parecer reiterativos demais: nunca esqueça que, em se tratando de eventos, todo cuidado é pouco!